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Da redação
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) vistoriou as obras do Hospital Regional de Tangará da Serra e anunciou a previsão de concluir ainda em 2026 uma das principais estruturas de saúde pública em construção no Médio-Norte de Mato Grosso. Com 72% dos serviços executados e investimento superior a R$ 139 milhões, a unidade terá 151 leitos e capacidade para oferecer atendimento de alta complexidade à população de Tangará e municípios da região.
Durante a vistoria, Pivetta afirmou que recebeu da equipe responsável pela execução da obra o compromisso de finalizar a construção até o fim deste ano. O governador percorreu as instalações acompanhado do prefeito de Tangará da Serra, Vander Masson (União), do candidato ao Senado Mauro Mendes (União) e de prefeitos de municípios da região.
“O engenheiro assumiu compromisso conosco: até fim do ano termina a construção. O povo terá a segurança de ter um hospital de alta complexidade extremamente qualificado para atender todas as necessidades da região”, afirmou Pivetta.
Iniciada pelo Governo de Mato Grosso em 2022, a construção representa investimento superior a R$ 139 milhões. O projeto prevê 151 leitos, dos quais 111 serão destinados às enfermarias e outros 40 serão leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
A estrutura deverá ampliar a capacidade de atendimento de média e alta complexidade em uma região que atualmente depende, em diferentes situações, da transferência de pacientes para outros centros médicos do Estado.
Além de Tangará da Serra, a unidade terá importância para municípios vizinhos. Participaram da vistoria prefeitos de Barra do Bugres, Campo Novo do Parecis, Diamantino, Nova Marilândia e Santo Afonso, demonstrando o caráter regional projetado para o hospital.
Pivetta avaliou positivamente a execução da obra e afirmou que a expansão da infraestrutura precisa ser acompanhada pela qualidade da assistência oferecida à população.
“O Estado precisa ser cada vez mais eficiente, entregar mais, por isso vale a pena a gente trabalhar e fazer as coisas bem-feitas. É assim que funciona o Estado”, declarou.
Além da conclusão física do hospital, o Governo trabalha na definição de quem ficará responsável pela administração da nova estrutura. Segundo Pivetta, há gestores interessados e um processo de qualificação de organizações está em andamento para definir quem assumirá a unidade.
“Estamos qualificando organizações para ver quem vai assumir a gestão. Temos bons interessados. Isso vai ampliar o sentimento de pertencimento e a mudança de vida para a região”, disse.
A escolha do modelo de gestão será uma das etapas decisivas para colocar o hospital efetivamente em funcionamento depois da conclusão das obras. Uma estrutura com 151 leitos, incluindo 40 UTIs, exigirá contratação de profissionais, aquisição e instalação de equipamentos, organização de serviços médicos e definição do custeio permanente da unidade.
Para o prefeito Vander Masson, o hospital representa uma mudança importante na estrutura de saúde disponível para toda a região. Ele destacou que Tangará da Serra já recebe pacientes de outros municípios e que a nova unidade deverá ajudar a reduzir deslocamentos em busca de tratamentos mais complexos.
“Está se tornando realidade. O Governo do Estado, em parceria com o município, está realizando essa grandiosa obra para atender toda a demanda da área da saúde complexa de todos os municípios da região”, afirmou.
Masson também ressaltou o impacto humano das transferências de pacientes. Hoje, moradores que necessitam de determinados procedimentos precisam enfrentar viagens de ambulância até cidades que dispõem da estrutura necessária.
“O mais importante é funcionar e atender as pessoas. Se Deus quiser, queremos juntos fazer a inauguração desse hospital, botar funcionar e acabar o dilema de as pessoas pegarem ambulância. Assim, trataremos nossos cidadãos em Tangará. Gratidão por essa ação tão importante na área da saúde”, completou.
Com mais de R$ 139 milhões investidos, 72% da construção executada e capacidade projetada para 151 pacientes simultaneamente, o Hospital Regional entra agora na fase decisiva das obras. A promessa apresentada durante a vistoria é concluir a estrutura até dezembro de 2026.
Depois disso, o principal desafio será transformar a obra física em atendimento efetivo. A definição da gestão, montagem das equipes, equipamentos e custeio determinará quando os 151 leitos poderão efetivamente começar a receber pacientes e reduzir a dependência de transferências para outros polos hospitalares de Mato Grosso.
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