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Por Emerson Teixeira
A família do cuiabano Renan Schimonishi, de 21 anos, iniciou uma mobilização para arrecadar até R$ 100 mil e conseguir trazer de Londres, na Inglaterra, o corpo do jovem para Cuiabá, onde parentes esperam realizar a despedida. Renan vivia no exterior havia cerca de seis anos com o pai e a madrasta e foi encontrado morto dentro de casa.
De acordo com informações divulgadas pelos familiares, Renan foi encontrado sem vida pelo próprio pai. A mãe do jovem, Patrícia Schimonischi Hota, contou nas redes sociais que o filho teria ido dormir e não acordado mais. Até o momento, não foi informada oficialmente a causa da morte.
Diante da distância e dos elevados custos envolvidos na repatriação, familiares e amigos organizaram uma campanha de arrecadação para viabilizar o traslado do corpo da Inglaterra até Mato Grosso.
A estimativa apresentada pela família é de que sejam necessários até R$ 100 mil para cobrir as despesas. O traslado deverá cumprir um longo percurso, partindo de Londres, passando por São Paulo e, posteriormente, seguindo para Cuiabá.
Até quinta-feira, 1º de outubro, a vaquinha virtual havia arrecadado aproximadamente R$ 21,5 mil, pouco mais de um quinto do valor pretendido. A mobilização continua sendo compartilhada por familiares e amigos na tentativa de alcançar o montante necessário para que o corpo seja trazido ao Brasil.
Nas redes sociais, Patrícia fez um relato emocionado ao falar do filho e do desejo de poder se despedir dele em Cuiabá. A mãe descreveu Renan como um jovem “maravilhoso, bondoso, lindo e abençoado” e afirmou que espera conseguir vê-lo pela última vez e proporcionar uma despedida digna.
A morte inesperada do cuiabano mobilizou pessoas próximas à família tanto no Brasil quanto na Inglaterra. Além da arrecadação pela internet, foram disponibilizados dados bancários para que amigos e conhecidos que vivem em Londres também possam contribuir diretamente com as despesas.
Enquanto a família aguarda os procedimentos necessários para a liberação e o transporte internacional do corpo, a campanha permanece ativa. A prioridade dos parentes agora é conseguir reunir os recursos necessários para superar os trâmites e os custos da repatriação e trazer Renan de volta à cidade onde a família pretende realizar sua última despedida.