Em depoimento, Marcos Pereira Soares negou as acusações. Ele afirmou às autoridades que não sabe o que teria acontecido com a irmã e disse não ter relação com o crime. Apesar da negativa, a polícia afirma possuir indícios fortes que sustentam a prisão em flagrante, incluindo elementos colhidos na investigação e exames periciais realizados no local onde o corpo foi encontrado.
O suspeito permanece preso e está à disposição da Justiça enquanto o caso segue sendo investigado. Paralelamente ao inquérito policial que apura o assassinato, o Tribunal de Justiça abriu a investigação administrativa para identificar como ocorreu a falha que permitiu a libertação do suspeito.
A Corregedoria do TJMT deverá analisar documentos, registros do sistema e a atuação de servidores envolvidos no processo de conferência dos dados. Caso seja confirmada negligência ou erro funcional, medidas disciplinares poderão ser adotadas.
O corregedor José Luiz Leite Lindote afirmou que a apuração tem como objetivo esclarecer integralmente o ocorrido e evitar que situações semelhantes voltem a acontecer no sistema de execução penal. O caso gerou forte repercussão em Mato Grosso, sobretudo porque a libertação do suspeito ocorreu poucos dias antes do crime, levantando questionamentos sobre os mecanismos de controle e verificação de antecedentes no sistema judicial.
Corregedoria abre investigação sobre falha que colocou suspeito de estuprar e matar a própria irmã em liberdade em Cuiabá
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Em depoimento, Marcos Pereira Soares negou as acusações. Ele afirmou às autoridades que não sabe o que teria acontecido com a irmã e disse não ter relação com o crime. Apesar da negativa, a polícia afirma possuir indícios fortes que sustentam a prisão em flagrante, incluindo elementos colhidos na investigação e exames periciais realizados no local onde o corpo foi encontrado.
O suspeito permanece preso e está à disposição da Justiça enquanto o caso segue sendo investigado. Paralelamente ao inquérito policial que apura o assassinato, o Tribunal de Justiça abriu a investigação administrativa para identificar como ocorreu a falha que permitiu a libertação do suspeito.
A Corregedoria do TJMT deverá analisar documentos, registros do sistema e a atuação de servidores envolvidos no processo de conferência dos dados. Caso seja confirmada negligência ou erro funcional, medidas disciplinares poderão ser adotadas.
O corregedor José Luiz Leite Lindote afirmou que a apuração tem como objetivo esclarecer integralmente o ocorrido e evitar que situações semelhantes voltem a acontecer no sistema de execução penal. O caso gerou forte repercussão em Mato Grosso, sobretudo porque a libertação do suspeito ocorreu poucos dias antes do crime, levantando questionamentos sobre os mecanismos de controle e verificação de antecedentes no sistema judicial.