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Polícia intensifica caçada a suspeito de matar professora e abandonar corpo em represa no interior de Mato Grosso

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Polícia intensifica caçada a suspeito de matar professora e abandonar corpo em represa no interior de Mato Grosso

Por JB News

Emerson Teixeira

A morte da professora Adélia Cristina de Oliveira Batista, de 49 anos, chocou moradores de Castanheira, no noroeste de Mato Grosso, e mobilizou uma grande operação das forças de segurança do Estado. A Polícia Civil e demais equipes policiais seguem em diligências para localizar Joel Laureano Ferreira da Silva, de 46 anos, apontado como principal suspeito de assassinar a educadora e abandonar o corpo em uma represa localizada nos fundos do 4º Assentamento, na zona rural do município.  

O corpo da professora foi localizado na noite de segunda-feira (29), após familiares e vizinhos estranharem seu desaparecimento. Segundo o boletim de ocorrência, Adélia saiu para os fundos da propriedade onde morava e não retornou. Diante da demora, moradores iniciaram buscas pela região e encontraram a vítima já sem vida dentro da represa. Equipes do posto de saúde confirmaram o óbito, enquanto o Corpo de Bombeiros realizou a retirada do corpo. Em seguida, a Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) iniciaram os trabalhos periciais para esclarecer a dinâmica do crime.  

As investigações avançaram rapidamente e identificaram Joel Laureano Ferreira da Silva como principal suspeito. Conforme a Polícia Civil, ele mantinha um relacionamento com a professora e passou a ser procurado logo após surgirem os primeiros indícios de sua participação no homicídio. Durante as diligências, os policiais chegaram a avistá-lo em uma área de mata próxima ao local do crime, mas o suspeito conseguiu fugir ao perceber a aproximação das equipes, dando início a uma força-tarefa para capturá-lo.  

As buscas permanecem concentradas na região rural de Castanheira e contam com apoio de diferentes unidades policiais. Barreiras, patrulhamentos e levantamentos de inteligência estão sendo utilizados para localizar o investigado, que é considerado foragido. A polícia também trabalha para identificar a motivação do crime e esclarecer as circunstâncias que levaram à morte da professora.

Embora a causa da morte ainda dependa da conclusão dos exames periciais, a linha de investigação trata o caso como homicídio. Os laudos da Politec deverão apontar se Adélia morreu antes de ser colocada na água ou se houve outro mecanismo que provocou sua morte, informação considerada fundamental para a conclusão do inquérito.  

A morte da professora provocou forte comoção em Castanheira, onde ela era conhecida pela atuação na educação e pelo convívio com a comunidade. Nas redes sociais, colegas de profissão, alunos e moradores prestaram homenagens e cobraram uma resposta rápida das autoridades para que o autor do crime seja localizado e responsabilizado.

A Polícia Civil pede que qualquer informação sobre o paradeiro de Joel Laureano Ferreira da Silva seja comunicada imediatamente pelos telefones 197 ou 190. O sigilo do denunciante é garantido. Enquanto o suspeito continua foragido, as investigações seguem em andamento para reunir novas provas e concluir um dos crimes que mais repercutiram na região nesta semana.