Max Russi determina acompanhamento da AL e cobra rigor e condenação do governo em caso de estupro de aluna de 13 anos em Várzea Grande; “estamos enxugando gelo” diante do aumento da violência contra a mulher“, VEJA O VÍDEO

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JB News por Nayara Cristina “Estamos enxugando gelo”, diz Max Russi ao cobrar rigor após caso de violência em escola estadual de Várzea Grande O caso de violência sexual envolvendo uma estudante de 13 anos dentro da Escola Estadual José Leite de Moraes, no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, ganhou forte repercussão política nesta semana e levou a Assembleia Legislativa de Mato Grosso a cobrar rigor absoluto na apuração e punição dos responsáveis. O episódio, ocorrido na manhã do último dia 10, está sendo investigado pela Polícia Civil de Mato Grosso. O suspeito é um adolescente de 16 anos, também aluno da unidade escolar. A denúncia aponta que a vítima teria sido abordada dentro do banheiro da escola, em um ambiente que deveria garantir segurança, o que aumentou ainda mais a gravidade e a repercussão do caso. Diante disso, o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, se posicionou de forma contundente e afirmou que o Parlamento vai acompanhar de perto o caso, cobrando rigor tanto na investigação quanto na responsabilização. “Não podemos admitir em hipótese nenhuma algo desse tipo dentro de uma escola. Vamos acompanhar, cobrar providências e esperamos rigor absoluto para que não haja impunidade”, declarou. Russi ressaltou que casos como esse não podem ser tratados de forma isolada, mas como parte de um problema estrutural que exige mudanças mais profundas na sociedade. Segundo ele, apesar de leis mais duras e ações institucionais, a violência segue crescendo. “Parece que estamos enxugando gelo. A gente endurece leis, faz ações, e os casos continuam acontecendo. Isso mostra que precisamos mudar a forma como estamos enfrentando esse problema”, afirmou. O deputado defendeu que o combate à violência deve começar dentro das escolas, com foco na formação de valores e na construção de uma nova cultura entre crianças e adolescentes. “Precisamos entrar dentro das escolas, trabalhar com nossos jovens e nossas crianças. É ali que a gente começa a construir uma mentalidade diferente. Não é admissível o nível de violência que estamos vendo”, pontuou. O parlamentar também destacou que a Assembleia Legislativa deve atuar de forma integrada com outros órgãos, como o Governo do Estado, Ministério Público e Judiciário, para garantir não apenas a punição dos responsáveis, mas também a criação de medidas preventivas. A repercussão do caso teve início após a vereadora Gisa Barros levar a denúncia ao conhecimento do deputado, pedindo providências por parte do Legislativo estadual. Enquanto isso, a Secretaria de Estado de Educação informou que adotou medidas imediatas, como o acolhimento da vítima e de sua família, além do acompanhamento por equipe psicossocial. O secretário Alan Porto classificou o episódio como inadmissível e garantiu que todas as providências foram tomadas junto à segurança pública. A investigação segue em andamento. veja [playlist type="video" ids="384770"]