A chegada de Eliane ao plenário simboliza mais do que uma substituição temporária. Representa o reconhecimento da presença histórica, social e cultural dos povos indígenas em Mato Grosso, estado que abriga uma das maiores diversidades étnicas do país. Sua posse também fortalece a presença feminina em um espaço historicamente ocupado por homens e amplia o debate sobre inclusão, território, direitos sociais e políticas públicas voltadas às comunidades tradicionais.
Ao comentar o momento, o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, classificou a posse como um marco de grande relevância para o Parlamento e para a sociedade mato-grossense. Segundo ele, o fato de a primeira mulher indígena assumir uma cadeira justamente durante sua gestão reforça o processo de abertura institucional que a Casa vem construindo.
Max destacou que a Assembleia, ao longo de seus quase 190 anos, nunca havia vivenciado um momento semelhante. Para ele, esse avanço se soma a outro feito recente de sua gestão: o maior número de mulheres ocupando simultaneamente cadeiras no plenário, o que, segundo o presidente, demonstra um novo tempo de fortalecimento da pluralidade dentro do Legislativo estadual.
O parlamentar afirmou que a presença de Eliane Xumacalo representa um avanço democrático e uma reparação simbólica importante, ao permitir que uma parcela significativa da população mato-grossense tenha voz direta no Parlamento. Max Russi ressaltou que Mato Grosso possui forte presença dos povos originários e que essa representatividade precisa estar refletida também nos espaços de decisão.
Ele também defendeu o sistema de alternância entre titulares e suplentes como instrumento essencial para ampliar a participação política. Na avaliação do presidente, quando suplentes assumem cadeiras temporariamente, o Parlamento se enriquece, porque diferentes segmentos da sociedade passam a ter oportunidade concreta de apresentar projetos, indicar soluções, convocar audiências públicas e defender pautas que representam seus eleitores.
Max Russi ainda elogiou a decisão de Lúdio Cabral de se licenciar para permitir a posse de Eliane. Para ele, a atitude demonstra compromisso com a democracia participativa e com a valorização de vozes historicamente pouco representadas nos espaços de poder. Segundo o presidente, a chegada da nova deputada fortalece o debate legislativo, amplia o alcance social da Assembleia e consolida um passo importante rumo a um Parlamento mais diverso, mais plural e mais conectado à realidade de Mato Grosso.
Veja :
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Max Russi celebra marco histórico com posse da primeira mulher indígena a assumir cadeira de deputada estadual na Assembleia de Mato Grosso
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A chegada de Eliane ao plenário simboliza mais do que uma substituição temporária. Representa o reconhecimento da presença histórica, social e cultural dos povos indígenas em Mato Grosso, estado que abriga uma das maiores diversidades étnicas do país. Sua posse também fortalece a presença feminina em um espaço historicamente ocupado por homens e amplia o debate sobre inclusão, território, direitos sociais e políticas públicas voltadas às comunidades tradicionais.
Ao comentar o momento, o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, classificou a posse como um marco de grande relevância para o Parlamento e para a sociedade mato-grossense. Segundo ele, o fato de a primeira mulher indígena assumir uma cadeira justamente durante sua gestão reforça o processo de abertura institucional que a Casa vem construindo.
Max destacou que a Assembleia, ao longo de seus quase 190 anos, nunca havia vivenciado um momento semelhante. Para ele, esse avanço se soma a outro feito recente de sua gestão: o maior número de mulheres ocupando simultaneamente cadeiras no plenário, o que, segundo o presidente, demonstra um novo tempo de fortalecimento da pluralidade dentro do Legislativo estadual.
O parlamentar afirmou que a presença de Eliane Xumacalo representa um avanço democrático e uma reparação simbólica importante, ao permitir que uma parcela significativa da população mato-grossense tenha voz direta no Parlamento. Max Russi ressaltou que Mato Grosso possui forte presença dos povos originários e que essa representatividade precisa estar refletida também nos espaços de decisão.
Ele também defendeu o sistema de alternância entre titulares e suplentes como instrumento essencial para ampliar a participação política. Na avaliação do presidente, quando suplentes assumem cadeiras temporariamente, o Parlamento se enriquece, porque diferentes segmentos da sociedade passam a ter oportunidade concreta de apresentar projetos, indicar soluções, convocar audiências públicas e defender pautas que representam seus eleitores.
Max Russi ainda elogiou a decisão de Lúdio Cabral de se licenciar para permitir a posse de Eliane. Para ele, a atitude demonstra compromisso com a democracia participativa e com a valorização de vozes historicamente pouco representadas nos espaços de poder. Segundo o presidente, a chegada da nova deputada fortalece o debate legislativo, amplia o alcance social da Assembleia e consolida um passo importante rumo a um Parlamento mais diverso, mais plural e mais conectado à realidade de Mato Grosso.
Veja :
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