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Por Emerson Teixeira
A Polícia Militar de Mato Grosso mobilizou 3.541 policiais para reforçar a segurança durante o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo, 25 de outubro, quando os eleitores retornarão às urnas para decidir a disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).
O planejamento, divulgado oficialmente na quinta-feira (22), prevê a presença de equipes policiais nos 142 municípios mato-grossenses e em mais de 1,4 mil locais de votação.
A operação envolve integrantes dos 15 Comandos Regionais da Polícia Militar, unidades do Comando de Policiamento Especializado (CPE) e policiais do setor administrativo do Quartel do Comando-Geral (QCG).
As ações começaram na sexta-feira (23), com apoio ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) no transporte de urnas eletrônicas para municípios do interior e nos procedimentos relacionados ao Teste de Integridade.
O objetivo é garantir a segurança dos eleitores, servidores da Justiça Eleitoral e demais profissionais envolvidos na votação.
O efetivo mobilizado também deverá atuar na preservação da ordem pública e na prevenção de ocorrências que possam comprometer o funcionamento das seções eleitorais.
O planejamento abrange tanto os grandes centros urbanos, como Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e Sinop, quanto municípios menores e regiões mais distantes da Capital.
O subchefe do Estado-Maior Geral da Polícia Militar, coronel Ronaldo Roque da Silva, destacou que o trabalho será realizado de forma integrada com a Justiça Eleitoral e os demais órgãos responsáveis pela fiscalização e segurança da votação.
A atuação será mantida durante o domingo, com a finalidade de assegurar que a população possa exercer o direito ao voto em condições de tranquilidade.
A eleição presidencial ocorre em um ambiente de forte polarização política nacional, o que amplia a importância do planejamento preventivo das forças de segurança.
Mato Grosso contará com policiamento distribuído nos municípios e locais de votação para acompanhar o processo eleitoral, desde a movimentação dos eleitores até o encerramento das atividades nas seções.
A Polícia Militar não informou, no comunicado consultado, o custo total da mobilização nem a quantidade específica de agentes destinados a cada município.