De acordo com as informações apuradas, Raíssa foi encontrada sem vida dentro da própria residência após familiares estranharem a falta de contato desde as primeiras horas do dia. As tentativas de ligação não foram atendidas, o que levou à preocupação da família e à solicitação de apoio policial. Ao chegarem ao local, os agentes encontraram o portão fechado e sem resposta aos chamados. Para acessar o imóvel, foi necessário pular o muro.
Dentro da casa, a cena encontrada indicava sinais claros de violência. A jovem estava no quarto, vestindo apenas um sutiã e com uma toalha enrolada no pescoço, o que aponta para possível morte por estrangulamento. A porta da residência estava apenas encostada, reforçando a suspeita de que o autor tenha deixado o local logo após o crime.
Um dos elementos centrais da investigação são imagens de câmeras de segurança que monitoravam o imóvel, sistema que era acompanhado pela irmã da vítima. As gravações mostram a entrada e saída de um homem pouco antes do corpo ser localizado. Segundo as primeiras informações, ele seria um cliente de Raíssa, que trabalhava com programas sexuais. O suspeito ainda não foi identificado oficialmente e segue foragido.
Testemunhas e familiares relataram que o homem deixou o local em uma motocicleta, o que agora se torna peça-chave para a identificação e localização dele. As imagens do circuito de segurança já circulam nas redes sociais e podem auxiliar nas investigações.
A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), enquanto o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames que devem confirmar a causa da morte. A Polícia Civil segue reunindo provas e depoimentos para esclarecer a dinâmica do crime e identificar o autor.
O caso reforça a escalada de crimes violentos contra mulheres no estado e levanta novamente o debate sobre segurança, vulnerabilidade e proteção de mulheres em contextos de risco. A polícia pede que qualquer informação que possa ajudar na identificação do suspeito seja repassada de forma anônima pelos canais oficiais, como o 190.
Até o momento, não há confirmação da identidade do homem que aparece nas imagens, e as investigações seguem em andamento.
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