“Virgínia Mendes pode ser 1ª suplente de Jayme Campos e selar unidade de grupo”, revela Nininho sobre articulação para 2026

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JB News Por Jota de Sá A sucessão ao governo de Mato Grosso em 2026 já movimenta intensamente os bastidores da política estadual. Lideranças partidárias, senadores, deputados federais e estaduais têm intensificado reuniões e conversas estratégicas com um objetivo central: manter a unidade da direita em torno da pré-candidatura do vice-governador Otaviano Piveta ao Palácio Paiaguás. A construção política, segundo aliados, envolve não apenas a consolidação do nome de Piveta como candidato ao governo, mas também a definição de uma chapa forte para o Senado — neste pleito, Mato Grosso terá duas vagas em disputa, o que amplia a complexidade das articulações. Durante declarações ao site JB News, o deputado estadual Nininho afirmou que há um trabalho intenso nos bastidores para evitar uma fragmentação do grupo governista. O principal ponto da costura política envolve o senador Jayme Campos, que estaria sendo incentivado a disputar a reeleição ao Senado dentro de uma chapa alinhada ao governador Mauro Mendes. Segundo Nininho, uma das estratégias discutidas seria a composição de uma chapa considerada “pura”, dentro do mesmo campo político, com Jayme buscando a reeleição e Mauro Mendes avaliando a possibilidade de disputar uma das cadeiras ao Senado. Como peça-chave dessa engenharia eleitoral surge o nome da primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, que poderia assumir a condição de primeira suplente na chapa de Jayme Campos. De acordo com o parlamentar, essa movimentação teria dupla finalidade: fortalecer a chapa ao Senado e, ao mesmo tempo, consolidar o apoio integral de Jayme Campos ao projeto de Pivetta ao governo do Estado. “Há um entendimento de que o momento exige maturidade política para evitar debandadas e manter o grupo unido”, afirmou Nininho ao comentar o cenário. A avaliação interna é de que uma composição bem estruturada evitaria disputas internas que poderiam enfraquecer o campo da direita no Estado. A eventual presença de Virgínia Mendes como suplente agregaria peso político e simbólico à chapa, além de reforçar o protagonismo do núcleo ligado ao governador. Nos bastidores, a leitura é clara: com duas vagas ao Senado em jogo, a definição estratégica de nomes poderá ser determinante para manter o controle político do grupo nas próximas legislaturas. A costura busca alinhar interesses, preservar lideranças históricas e, principalmente, garantir que a candidatura de Otaviano Piveta avance sem rupturas dentro do próprio bloco. Embora as decisões oficiais ainda não tenham sido anunciadas, o cenário aponta para uma ampla negociação envolvendo União Brasil e aliados, numa engenharia política que poderá redefinir o equilíbrio de forças em Mato Grosso nos próximos anos. A sucessão de 2026, ao que tudo indica, já começou — e as peças mais importantes do tabuleiro começam a ser posicionadas. veja https://youtube.com/shorts/_5gA-1TnsIk?si=ZuqqJt0UIiSuXMrc