Tragédia nas férias: empresária mato-grossense morre após pilastra desabar durante descanso em rede no Ceará

· 1 min de leitura
JB News por Nayara Cristina A empresária Thayze Moreira Rodrigues, de 43 anos, morreu na noite da última segunda-feira durante uma viagem de férias ao litoral do Ceará. Natural de Mato Grosso e amplamente conhecida no meio empresarial, Thayze estava em um imóvel localizado na comunidade de Cobra Morta, no município de Paracuru, quando ocorreu o acidente que tirou sua vida. De acordo com as informações apuradas, a empresária armava uma rede dentro da residência para descansar quando uma pilastra que sustentava a estrutura cedeu repentinamente. Com o colapso, a pilastra desabou sobre Thayze, que sofreu ferimentos graves. Ela chegou a ser socorrida e encaminhada para atendimento médico, mas não resistiu às lesões e morreu pouco tempo depois. A morte causou forte comoção em Mato Grosso, especialmente em Rondonópolis, onde Thayze construiu uma trajetória marcada pelo empreendedorismo e pela dedicação ao trabalho. Proprietária da tradicional Vidraçaria Araçatuba, empresa com mais de três décadas de atuação no município, ela era reconhecida pelo profissionalismo, atenção aos detalhes e pela forma responsável com que conduzia os negócios. Sua atuação contribuiu de maneira significativa para o desenvolvimento econômico local, tornando-se referência no segmento de vidraçaria. Em nota oficial, a Prefeitura de Rondonópolis manifestou profundo pesar pelo falecimento da empresária e destacou a importância de sua trajetória para a cidade. O município ressaltou que Thayze integrou, por muitos anos, a história de crescimento de Rondonópolis, sendo admirada pela postura ética, pela liderança e pelo compromisso com a qualidade dos serviços prestados. Familiares, amigos, colaboradores e clientes lamentaram a morte precoce da empresária, destacando não apenas sua competência profissional, mas também sua generosidade e proximidade com as pessoas ao seu redor. Diante da perda, a família informou que Thayze será cremada e que não haverá velório em Rondonópolis, decisão tomada em conjunto pelos familiares, que optaram por uma despedida reservada e restrita ao círculo íntimo. O caso deverá ser investigado pelas autoridades locais para apurar as circunstâncias do desabamento da pilastra e verificar se houve falhas estruturais no imóvel. A tragédia acende um alerta sobre as condições de segurança em construções, especialmente em áreas litorâneas, onde fatores como desgaste natural e manutenção inadequada podem comprometer a integridade das edificações.