As autoridades apontam que o ex-diretor-geral da PRF teria rompido a tornozeleira eletrônica que utilizava em Santa Catarina e deixado o Brasil sem autorização judicial. O rompimento do equipamento de monitoramento acionou alertas junto às forças de segurança brasileiras, que comunicaram o fato às autoridades paraguaias, resultando na prisão no aeroporto.
No Brasil, Silvinei Vasques foi condenado a 24 anos e 6 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal. Ele foi considerado culpado por integrar a trama golpista investigada no país e por atuar para interferir no processo eleitoral, utilizando a estrutura da Polícia Rodoviária Federal de forma indevida durante as eleições.
De acordo com a decisão do STF, Vasques abusou do cargo ao comandar operações da PRF que tiveram como objetivo dificultar o deslocamento de eleitores em determinadas regiões, o que configurou atentado contra a democracia, abuso de poder de autoridade e participação em organização criminosa voltada à ruptura institucional.
Além da pena de prisão, a Corte também determinou medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica — que acabou sendo rompida pelo ex-diretor — e a proibição de deixar o país sem autorização judicial.
Com o retorno ao Brasil, Silvinei Vasques ficará à disposição da Justiça e deverá iniciar o cumprimento da pena imposta pelo STF, enquanto seguem os desdobramentos judiciais relacionados ao caso.
Um vídeo que foi divulgado, mostra o momento em que o ex-oficial é escoltado até a sala de imigração do Paraguai e entregue aos agentes da Polícia Federal.
Veja o vídeo:
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Silvinei Vasques deve se apresentar às autoridades em Brasília neste sábado após fuga frustrada pelo Paraguai, VEJA O VÍDEO
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As autoridades apontam que o ex-diretor-geral da PRF teria rompido a tornozeleira eletrônica que utilizava em Santa Catarina e deixado o Brasil sem autorização judicial. O rompimento do equipamento de monitoramento acionou alertas junto às forças de segurança brasileiras, que comunicaram o fato às autoridades paraguaias, resultando na prisão no aeroporto.
No Brasil, Silvinei Vasques foi condenado a 24 anos e 6 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal. Ele foi considerado culpado por integrar a trama golpista investigada no país e por atuar para interferir no processo eleitoral, utilizando a estrutura da Polícia Rodoviária Federal de forma indevida durante as eleições.
De acordo com a decisão do STF, Vasques abusou do cargo ao comandar operações da PRF que tiveram como objetivo dificultar o deslocamento de eleitores em determinadas regiões, o que configurou atentado contra a democracia, abuso de poder de autoridade e participação em organização criminosa voltada à ruptura institucional.
Além da pena de prisão, a Corte também determinou medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica — que acabou sendo rompida pelo ex-diretor — e a proibição de deixar o país sem autorização judicial.
Com o retorno ao Brasil, Silvinei Vasques ficará à disposição da Justiça e deverá iniciar o cumprimento da pena imposta pelo STF, enquanto seguem os desdobramentos judiciais relacionados ao caso.
Um vídeo que foi divulgado, mostra o momento em que o ex-oficial é escoltado até a sala de imigração do Paraguai e entregue aos agentes da Polícia Federal.
Veja o vídeo:
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