A situação também carrega peso simbólico em relação ao secretário de Governo. A nomeação de Silvio Fidelis, que foi coordenador da campanha de Calil Baracat em 2024 — adversário da atual prefeita — já havia provocado desconforto entre parlamentares. A votação desta terça-feira foi interpretada como um “chega pra lá” tanto ao secretário quanto à prefeita, deixando claro que o discurso de alinhamento não se converteu em articulação eficaz dentro do plenário.
O presidente do Legislativo, Vanderlei Serqueira, reforçou à imprensa que o plenário é soberano e que a maioria acompanhou os pareceres da Comissão de Constituição e Justiça. Segundo ele, apenas dois casos apresentaram problemas específicos, mas os demais votos seguiram orientação técnica. Questionado sobre os erros apontados em parte dos projetos, esclareceu que não partiram do Executivo, mas dos próprios vereadores ao encaminharem suas emendas. Para o presidente, o desfecho foi positivo para a Casa, que manteve seu posicionamento e demonstrou independência institucional.
O contraste entre a declaração prévia de que haveria votos suficientes para sustentar os vetos e o resultado efetivo da sessão consolidou a percepção de fragilidade política do Executivo. A mensagem do plenário foi direta: a Câmara demonstrou autonomia e deixou evidente que a prefeita precisará reconstruir pontes e reorganizar sua articulação se quiser retomar estabilidade política ao longo de 2026. A primeira sessão do ano, longe de ser apenas protocolar, transformou-se no palco de uma derrota histórica e de um novo capítulo na queda de braço entre Executivo e Legislativo em Várzea Grande.
Veja o que disse o presidente:
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Primeira sessão escancara rompimento político, derruba 19 vetos e implode base da prefeita em Várzea Grande
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A situação também carrega peso simbólico em relação ao secretário de Governo. A nomeação de Silvio Fidelis, que foi coordenador da campanha de Calil Baracat em 2024 — adversário da atual prefeita — já havia provocado desconforto entre parlamentares. A votação desta terça-feira foi interpretada como um “chega pra lá” tanto ao secretário quanto à prefeita, deixando claro que o discurso de alinhamento não se converteu em articulação eficaz dentro do plenário.
O presidente do Legislativo, Vanderlei Serqueira, reforçou à imprensa que o plenário é soberano e que a maioria acompanhou os pareceres da Comissão de Constituição e Justiça. Segundo ele, apenas dois casos apresentaram problemas específicos, mas os demais votos seguiram orientação técnica. Questionado sobre os erros apontados em parte dos projetos, esclareceu que não partiram do Executivo, mas dos próprios vereadores ao encaminharem suas emendas. Para o presidente, o desfecho foi positivo para a Casa, que manteve seu posicionamento e demonstrou independência institucional.
O contraste entre a declaração prévia de que haveria votos suficientes para sustentar os vetos e o resultado efetivo da sessão consolidou a percepção de fragilidade política do Executivo. A mensagem do plenário foi direta: a Câmara demonstrou autonomia e deixou evidente que a prefeita precisará reconstruir pontes e reorganizar sua articulação se quiser retomar estabilidade política ao longo de 2026. A primeira sessão do ano, longe de ser apenas protocolar, transformou-se no palco de uma derrota histórica e de um novo capítulo na queda de braço entre Executivo e Legislativo em Várzea Grande.
Veja o que disse o presidente:
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