Max Russi volta a descartar candidatura ao governo e diz que prioridade no Podemos neste primeiro momento é montar chapas fortes para 2026 nas proporcionais, VEJA O VÍDEO

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JB News por Nayara Cristina Max Russi convoca lideranças para ato de filiação ao Podemos e diz que prioridade é montar chapas fortes para 2026 Com o calendário eleitoral avançando rumo às eleições de outubro de 2026, partidos políticos de todo o país intensificam articulações internas para fechar suas chapas proporcionais. Em Mato Grosso, o movimento também ganha força nos bastidores da política, especialmente com a aproximação da chamada “janela partidária”, período em que parlamentares podem trocar de legenda sem perder o mandato. Nesse cenário, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Max Russi, lidera uma reorganização política que promete movimentar o tabuleiro eleitoral no estado. Russi está deixando o Partido Socialista Brasileiro (PSB) e migrando com todo o seu grupo político para o Podemos. A mudança será oficializada em um grande ato de filiação marcado para o dia 7 de março, a partir das 8 horas, no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá. O evento deve reunir prefeitos, vereadores, lideranças regionais e pré-candidatos de diversas regiões do estado. Em entrevista concedida nesta segunda-feira, 2 de março, na Assembleia Legislativa, Russi afirmou que a expectativa é de um evento amplo e aberto à participação de lideranças políticas, inclusive de pessoas que não pretendem se filiar ao partido. Segundo ele, o objetivo é fortalecer o projeto político da sigla em Mato Grosso e ampliar o diálogo com diferentes setores da sociedade. “Estamos conversando com muita gente, fazendo convites e articulando com prefeitos, lideranças e pré-candidatos. Vamos fazer um grande evento e convidar todos que estão nos ouvindo, nos assistindo ou lendo para participar no dia 7, a partir das 8 horas, no Hotel Fazenda Mato Grosso. Mesmo quem não vai se filiar ao Podemos está convidado a participar”, afirmou o presidente da Assembleia. A migração partidária deve levar ao Podemos um grupo político expressivo. Entre os nomes já confirmados estão os deputados estaduais Beto Dois a Um e Fábio Tardin, além de diversas lideranças regionais que, segundo Russi, estão espalhadas por praticamente todas as regiões do estado. O foco principal da nova fase do partido, segundo o parlamentar, é montar chapas competitivas para as eleições proporcionais. Russi afirmou que a construção das candidaturas a deputado estadual e deputado federal é um verdadeiro “quebra-cabeça” nesta reta final de preparação para o ano eleitoral. “Hoje a nossa maior preocupação é organizar bem as chapas proporcionais. Estamos trabalhando muito para montar uma chapa forte de deputado estadual e outra de deputado federal. Esse é o foco principal neste momento”, explicou. De acordo com o presidente da Assembleia, o Podemos já conta com um grupo diversificado de pré-candidatos, incluindo lideranças femininas e representantes de várias regiões do estado. Entre os nomes citados por ele estão Sheila Pedroso, de Sinop; Alessandra, de Rondonópolis; Valdenira, Janaílza, Karen e Priscila, além de Alex Rodrigues, vereador de Cuiabá que pretende disputar vaga na Assembleia Legislativa. Também foram mencionadas lideranças como Marcela Aquino, de General Carneiro; Delcine, de Pontal do Araguaia; Celso Banasesqui, de Colíder; e Marcos Paulista, de Lucas do Rio Verde, compondo uma base partidária distribuída por diferentes regiões de Mato Grosso. Questionado sobre a possibilidade de disputar o governo do estado em 2026 — hipótese que tem sido comentada nos bastidores políticos — Max Russi descartou, ao menos por agora, qualquer discussão sobre candidatura majoritária. Segundo ele, embora seja positivo ter o nome lembrado, o momento exige concentração total na organização interna do partido. “Ser lembrado sempre é bom, mas não é o projeto que estamos trabalhando agora. Primeiro precisamos fortalecer o Podemos, montar boas chapas para deputado estadual e deputado federal e continuar fazendo um bom trabalho na presidência da Assembleia. A discussão sobre governo pode acontecer em outro momento”, afirmou. Nos bastidores, a movimentação liderada por Russi é vista como parte de um processo mais amplo de reorganização das forças políticas em Mato Grosso para as eleições de 2026. Com partidos reorganizando suas bases e buscando lideranças regionais, a disputa pelas vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal promete ser uma das mais competitivas dos últimos anos no estado. VEJA : [playlist type="video" ids="380017"]