Max Russi liderou articulação histórica que garantiu ganho real aos servidores de Mato Grosso

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Por JB News Por Nayara Cristina Por JB News O debate em torno da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos de Mato Grosso ganhou densidade política, institucional e técnica sob a condução direta do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi. Desde os primeiros movimentos da discussão, ainda no início do calendário legislativo, Max assumiu protagonismo ao colocar o tema como prioridade da Casa, defendendo abertamente não apenas a reposição inflacionária, mas a necessidade de ganho real para os servidores estaduais. A proposta original encaminhada pelo Executivo previa um reajuste de 4,26%, percentual baseado no IPCA acumulado. No entanto, ao longo das semanas de negociação, reuniões técnicas, audiências políticas e intensos debates no Parlamento, o percentual avançou para 5,4%, representando um acréscimo real aos salários do funcionalismo. O aumento acima da inflação rompe um ciclo de sete anos sem ganho real, consolidando-se como um marco na política salarial do Estado. Nos bastidores, Max Russi atuou como articulador central, mantendo diálogo permanente com o governador Mauro Mendes, líderes partidários, bancadas temáticas e representantes sindicais. A estratégia foi clara: construir um entendimento político que respeitasse a responsabilidade fiscal, mas que reconhecesse o papel estratégico dos servidores públicos na execução das políticas públicas. Além da negociação política, o debate avançou com forte embasamento técnico e fiscalização orçamentária. A Assembleia Legislativa, por meio de suas comissões permanentes — com destaque para a Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária — acompanhou de perto os impactos financeiros da proposta. Parlamentares analisaram dados de arrecadação, projeções de receita corrente líquida, limites da Lei de Responsabilidade Fiscal e o comportamento das despesas com pessoal, garantindo que o reajuste fosse sustentável a médio e longo prazo. Segundo levantamentos apresentados durante as discussões, Mato Grosso mantém arrecadação em crescimento real, com desempenho positivo em setores como agronegócio, exportações e impostos estaduais. Esse cenário permitiu à Assembleia sustentar, com números, a viabilidade do aumento acima do IPCA, afastando o discurso de inviabilidade fiscal e reforçando a legitimidade da reivindicação dos servidores. Demonstrando compromisso prático com a pauta, Max Russi também abriu sessão extraordinária na semana anterior para receber o Projeto de Lei do Executivo, sinalizando total disposição do Legislativo em acelerar a tramitação. O objetivo era claro: permitir que o texto fosse apreciado, votado e aprovado em tempo hábil para que o reajuste pudesse ser incorporado ainda na folha de pagamento de janeiro de 2026, evitando novos prejuízos financeiros à categoria. Durante os debates em plenário, o presidente da ALMT reiterou que a valorização do servidor não é gasto, mas investimento. “O serviço público funciona porque há servidores comprometidos na ponta. Garantir ganho real é reconhecer esse esforço e fortalecer a máquina pública”, destacou em uma das sessões. A atuação firme, porém equilibrada, consolidou Max Russi como uma liderança capaz de unir interesses distintos em torno de um objetivo comum. Ao mesmo tempo em que preservou a autonomia do Legislativo, o deputado reforçou o papel fiscalizador da Casa, assegurando transparência, controle e responsabilidade no uso dos recursos públicos. Para os servidores estaduais, o resultado representa mais do que um reajuste numérico: simboliza reconhecimento, respeito e valorização após anos de perdas inflacionárias. Para a Assembleia Legislativa, o processo reafirma seu protagonismo institucional. E para Max Russi, a condução desse debate amplia seu prestígio político, marcando sua gestão na presidência da ALMT como um período de diálogo, firmeza e resultados concretos em favor da classe pública de Mato Grosso.