Instituto Percent Brasil aponta liderança de Wellington Fagundes na corrida ao Governo de MT, seguido de Jayme Campos e Pivetta na terceira posição

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JB News Por Nayara Cristina Instituto Percent Brasil divulgou nesta segunda-feira (23) um novo levantamento sobre a disputa pelo Governo de Mato Grosso, indicando a liderança do senador Wellington Fagundes (PL) tanto na modalidade estimulada quanto na espontânea. Na pesquisa estimulada — quando os nomes dos possíveis candidatos são apresentados aos entrevistados — Wellington aparece com 25% das intenções de voto. Em segundo lugar está o senador Jayme Campos (União), com 15%, seguido pelo vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que soma 14%. A médica Natasha Slhessarenko (PSB) registra 7%. Também citado no levantamento, Sargento Laudicério aparece com 6,5%. Votos nulos e brancos somam 6,3%, enquanto 25,4% dos entrevistados se declararam indecisos e 0,8% não responderam. Já na modalidade espontânea — quando o eleitor responde sem ter acesso prévio a uma lista de nomes — Wellington Fagundes também lidera, com 9,1%. Jayme Campos aparece com 6,4%, seguido de perto por Otaviano Pivetta, com 6,3%. O governador Mauro Mendes (União) foi citado por 2,6% dos entrevistados. Natasha Slhessarenko registra 2,3% na espontânea, enquanto Sargento Laudicério tem 1,7%. A deputada estadual Janaina Riva (MDB) aparece com 0,5%; o prefeito de Cuiabá Abilio Brunini (PL) com 0,3%; e o ex-governador Blairo Maggi (PP) com 0,2%. Apesar de citados na espontânea, Janaina Riva deve disputar uma vaga ao Senado, enquanto Abilio Brunini e Blairo Maggi não são candidatos ao Governo do Estado. O dado que mais chama atenção na modalidade espontânea é o alto índice de indecisão: 64,5% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar. Nulos e brancos somam 4,4%, e 1,7% não responderam. Os números indicam que, embora Wellington Fagundes lidere neste momento, o cenário segue aberto, especialmente diante do elevado percentual de eleitores indecisos, que pode redefinir o quadro conforme a consolidação das candidaturas e o avanço do calendário eleitoral.