“A decisão será do plenário e queremos concluir ainda hoje”, diz Max Russi sobre o RGA

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Presidente da ALMT afirma que emendas serão analisadas nas comissões e votação pode garantir reajuste na folha salarial de janeiro

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi, afirmou que a discussão sobre o Reajuste Geral Anual (RGA) dos servidores estaduais deve avançar de forma tranquila e que a Casa trabalha para concluir a votação ainda hoje. O objetivo, segundo ele, é garantir a inclusão do reajuste na folha salarial deste mês.

De acordo com Russi, diversas emendas devem ser apresentadas pelos parlamentares ao projeto enviado pelo Executivo, que prevê índice de 4,53%. As propostas serão analisadas inicialmente nas comissões antes de seguirem para o plenário, onde ocorrerá a decisão final. “As emendas vão ser apresentadas, avaliadas nas comissões e debatidas no plenário. A decisão será tomada pela maioria dos deputados”, afirmou.

O presidente explicou que há parlamentares estudando alternativas para ampliar o percentual do reajuste, utilizando eventual excesso de arrecadação. No entanto, destacou que a apresentação de muitas emendas diferentes pode dificultar a aprovação. “Um trabalho concentrado em uma emenda mais consensual teria mais facilidade de avançar. Quando se divide em várias propostas, não há garantia de resultado”, avaliou.

Russi ressaltou que o prazo é curto, já que o fechamento da folha salarial ocorre entre os dias 18 e 20. Segundo ele, a Assembleia pode realizar duas ou três sessões no mesmo dia para tentar concluir a matéria. “Esperamos finalizar hoje. Caso não seja possível, pode haver pedido de vistas ou outros encaminhamentos, mas não temos dificuldade de marcar nova sessão na próxima semana”, disse.

Sobre a reação do governo estadual, o presidente da ALMT afirmou que ainda não é possível antecipar uma posição. Ele lembrou que o Executivo já sinalizou aceitar apenas o índice originalmente encaminhado ao Legislativo. “Precisamos aguardar qual emenda será aprovada e como o texto vai chegar ao governo. Só depois disso será possível avaliar a decisão do Executivo”, concluiu.

Se quiser, eu deixo ainda mais seco, mais estilo hard news, ou ajusto para linha política mais dura (pressão dos servidores x governo). Só me diz.

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