Sampaio destaca que as receitas eletrônicas deverão ser emitidas em serviços de prescrição eletrônica integrados ao Sistema Nacional de Controle de Receituários (SNCR). “Esta é uma demanda dos médicos que vai facilitar e muito o nosso trabalho nos consultórios, nos hospitais, enfim, no atendimento aos nossos pacientes. Isso traz agilidade, praticidade, segurança e a rastreabilidade que é fundamental na prescrição destes medicamentos que exigem a retenção da receita”, salienta ao lembrar que as receitas em formato físico seguem valendo.
Outro ponto lembrado por Sampaio é que o avanço da prescrição eletrônica, iniciado em 2020, vai reduzir o número de casos de erros de prescrição e falsificação de receitas para a obtenção e posterior venda destes medicamentos controlados. “Além disso há também o avanço da telemedicina que foi levado em consideração pela Anvisa. Com toda certeza, estamos falando de um marco significativo para todos os médicos do Brasil”.
Com a nova norma, o médico seguirá responsável pela prescrição e pela autenticação das informações prestadas no sistema de controle. Já as farmácias deverão manter a guarda destes registros e imprimir os comprovantes que serão gerados para efeitos de fiscalização. “Ou seja, teremos uma capacidade de rastreabilidade muito maior e mais efetiva do que a que temos hoje”, finaliza Sampaio.
A expectativa é que em até 180 dias o sistema completo esteja em pleno funcionamento.
Anvisa libera prescrição de receitas amarela e azul por meio eletrônico após deliberação colegiada
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Sampaio destaca que as receitas eletrônicas deverão ser emitidas em serviços de prescrição eletrônica integrados ao Sistema Nacional de Controle de Receituários (SNCR). “Esta é uma demanda dos médicos que vai facilitar e muito o nosso trabalho nos consultórios, nos hospitais, enfim, no atendimento aos nossos pacientes. Isso traz agilidade, praticidade, segurança e a rastreabilidade que é fundamental na prescrição destes medicamentos que exigem a retenção da receita”, salienta ao lembrar que as receitas em formato físico seguem valendo.
Outro ponto lembrado por Sampaio é que o avanço da prescrição eletrônica, iniciado em 2020, vai reduzir o número de casos de erros de prescrição e falsificação de receitas para a obtenção e posterior venda destes medicamentos controlados. “Além disso há também o avanço da telemedicina que foi levado em consideração pela Anvisa. Com toda certeza, estamos falando de um marco significativo para todos os médicos do Brasil”.
Com a nova norma, o médico seguirá responsável pela prescrição e pela autenticação das informações prestadas no sistema de controle. Já as farmácias deverão manter a guarda destes registros e imprimir os comprovantes que serão gerados para efeitos de fiscalização. “Ou seja, teremos uma capacidade de rastreabilidade muito maior e mais efetiva do que a que temos hoje”, finaliza Sampaio.
A expectativa é que em até 180 dias o sistema completo esteja em pleno funcionamento.