Amauri anuncia saída da Educação de Cuiabá, não confirma ida para a Seduc no lugar de Alan Porto “Decisão será tomada pelo grupo” VEJA O VÍDEO

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Amauri anuncia saída da Educação de Cuiabá, não confirma ida para a Seduc no lugar de Alan Porto “Decisão será tomada pelo grupo” VEJA O VÍDEO
JB News por Nayara Cristina O secretário municipal de Educação de Cuiabá, Amauri Monge, confirmou nesta terça-feira que deixará o comando da pasta até o próximo dia 31, encerrando sua gestão à frente da rede pública da capital. Durante coletiva de imprensa, ele evitou cravar qual será seu próximo destino político e reforçou que qualquer definição passará por decisão coletiva dentro do grupo político ao qual pertence. Questionado sobre a possibilidade de assumir a Secretaria de Estado de Educação, atualmente sob comando de Alan Porto, Monge foi direto ao afirmar que não há definição e que essa resposta não cabe a ele neste momento. Segundo o secretário, qualquer movimentação nesse sentido dependerá de uma eventual mudança no comando do governo estadual e, principalmente, da decisão do grupo político liderado pelo governador Mauro Mendes e pelo vice-governador Otaviano Piveta. “Eu não posso dizer isso. Quem pode responder é o próprio Piveta, caso ele assuma o governo. O que posso dizer é que tenho muita honra de ter trabalhado com o governador Mauro Mendes, com o Piveta e com o Alan Porto”, declarou. Monge também ressaltou que integra um grupo político consolidado, que reúne lideranças como Mauro Mendes, Otaviano Piveta, o secretário estadual Alan Porto e o vereador Daniel Monteiro. Segundo ele, as decisões são construídas em conjunto. “Política se faz com diálogo. Eu faço parte desse grupo e o que for decidido coletivamente, eu vou cumprir”, afirmou. Ao fazer um balanço da sua gestão, o secretário destacou avanços nos indicadores educacionais. Ele lembrou que Mato Grosso saiu da 22ª para a 8ª posição no ranking nacional e afirmou que os resultados devem melhorar ainda mais com a divulgação do próximo IDEB. Em Cuiabá, segundo Monge, a capital ocupa atualmente a 13ª posição entre as capitais brasileiras, com perspectiva de evolução, impulsionada pelo aumento da proficiência dos alunos. Apesar dos avanços, ele reconheceu os desafios enfrentados, especialmente na área fiscal. Monge destacou que, com apoio do prefeito Abílio Brunini, foi possível organizar pagamentos e manter investimentos, ainda que em ritmo mais cauteloso. “A gente gostaria de avançar mais rápido, mas é preciso responsabilidade com a situação fiscal. Mesmo assim, conseguimos avançar e temos condições de melhorar ainda mais”, pontuou. A saída de Amauri Monge ocorre em meio às articulações políticas visando as eleições de 2026, e sua permanência no grupo liderado por Mauro Mendes e Otaviano Piveta indica que seu futuro político seguirá sendo construído dentro desse mesmo alinhamento — ainda que, por ora, sem definição oficial sobre o próximo cargo. Veja : [playlist type="video" ids="385312"]