Presidente da al afirma que paralisação dos servidores não pressiona; VEJA O VÍDEO

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Ana Paula Figueiredo

Servidores do TJ paralisam atividades por reajuste de 6,8% e acusam interferência do governo

O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, afirmou na última quinta-feira (13) que a paralisação dos servidores do Tribunal de Justiça (TJ) não influencia a tramitação do projeto que concede reajuste de 6,8% à categoria. Segundo Russi, a mobilização é legítima, mas a Assembleia não vota sob pressão.

A categoria, liderada por Chico Gagnieri, paralisou as atividades após acusar o governo e a Assembleia de interferirem na autonomia do TJ, o que, segundo os servidores, estaria atrasando a aprovação do reajuste.

O projeto, enviado pelo Tribunal ao Legislativo, prevê aumento para cerca de 3,5 mil servidores efetivos, com impacto estimado de R$ 42 milhões em 2025.

O atraso na votação se deve a pedidos de vista de deputados, alertas do governo sobre possíveis efeitos cascata no Ministério Público e no Tribunal de Contas que poderiam elevar o impacto fiscal a R$ 1,6 bilhão e propostas de alterações no texto, como retroatividade do pagamento, que reiniciariam o processo legislativo.

O parlamentar afirmou que qualquer mudança no projeto reiniciaria a tramitação e reforçou que o Legislativo seguirá o rito normal. “A Assembleia não é pautada por pressão”, disse o presidente.

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