Diferentemente do BRT tradicional, o BUD utiliza veículos elétricos sobre pneus, mas guiados por um “trilho virtual”, formado por sensores magnéticos instalados no asfalto, que orientam o trajeto com precisão. Esse tipo de tecnologia dispensa trilhos físicos, reduz custos de implantação e permite operação semelhante a um metrô de superfície, com maior capacidade e regularidade.
Fabricado pela empresa chinesa CRRC, o modelo tem capacidade para cerca de 280 passageiros por composição e pode operar inclusive com condução parcialmente automatizada, embora ainda conte com operador humano por segurança.
O prefeito relembrou que chegou a conhecer esse tipo de solução durante agendas internacionais, quando avaliou alternativas tecnológicas para o transporte coletivo da capital. Apesar disso, ele reforçou que essa etapa já foi superada e que a decisão não cabe mais ao município.
“Essa discussão já foi feita. Agora não cabe mais ao município decidir isso. O que cabe é ao Estado definir e concluir”, disse.
Brunini também projetou a possibilidade de conclusão do sistema ainda em 2026. “Se continuar nesse ritmo, há condição de entregar ainda neste governo”, afirmou, em referência à gestão do governador Otaviano Pivetta.
Ele ponderou que o prazo está diretamente ligado à continuidade das obras sem novas interferências decisórias. “Se não houver mais mudanças, se mantiver o que está sendo executado, dá para concluir”, completou.
Com a infraestrutura em fase avançada e parte significativa das intervenções já visível nos corredores urbanos, o projeto do BRT caminha para uma fase decisiva. A conclusão das obras e a definição operacional são apontadas como etapas determinantes para a entrada em funcionamento do sistema, que deverá atender a demanda de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.
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“Não há mais o que fazer”: Abílio diz que decisão do modal cabe ao Estado, reconhece avanço das obras e aponta entrega do BRT ainda em 2026, VEJA O VÍDEO
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Diferentemente do BRT tradicional, o BUD utiliza veículos elétricos sobre pneus, mas guiados por um “trilho virtual”, formado por sensores magnéticos instalados no asfalto, que orientam o trajeto com precisão. Esse tipo de tecnologia dispensa trilhos físicos, reduz custos de implantação e permite operação semelhante a um metrô de superfície, com maior capacidade e regularidade.
Fabricado pela empresa chinesa CRRC, o modelo tem capacidade para cerca de 280 passageiros por composição e pode operar inclusive com condução parcialmente automatizada, embora ainda conte com operador humano por segurança.
O prefeito relembrou que chegou a conhecer esse tipo de solução durante agendas internacionais, quando avaliou alternativas tecnológicas para o transporte coletivo da capital. Apesar disso, ele reforçou que essa etapa já foi superada e que a decisão não cabe mais ao município.
“Essa discussão já foi feita. Agora não cabe mais ao município decidir isso. O que cabe é ao Estado definir e concluir”, disse.
Brunini também projetou a possibilidade de conclusão do sistema ainda em 2026. “Se continuar nesse ritmo, há condição de entregar ainda neste governo”, afirmou, em referência à gestão do governador Otaviano Pivetta.
Ele ponderou que o prazo está diretamente ligado à continuidade das obras sem novas interferências decisórias. “Se não houver mais mudanças, se mantiver o que está sendo executado, dá para concluir”, completou.
Com a infraestrutura em fase avançada e parte significativa das intervenções já visível nos corredores urbanos, o projeto do BRT caminha para uma fase decisiva. A conclusão das obras e a definição operacional são apontadas como etapas determinantes para a entrada em funcionamento do sistema, que deverá atender a demanda de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.
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