Ana Paula Figueiredo
Secretário diz que diretoria é aberta a profissionais de todo o país e que transplantes dependem de exigências do Ministério da Saúde
O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, afirmou na tarde desta sexta-feira (19) que a estrutura administrativa e técnica do Hospital Albert Einstein está sendo organizada de forma gradual, com planejamento e ampliação progressiva do quadro de especialistas, conforme a capacidade operacional da unidade.
A fala do secretário foi durante a inauguração do Novo Hospital Central de Cuiabá.
Segundo o secretário, a diretoria do hospital é aberta a profissionais de todo o Brasil, com informações disponíveis no site oficial da instituição. Ele explicou que, embora já existam profissionais atuando, inclusive ligados à diretoria nacional, há um esforço contínuo para atrair novos especialistas.
“A diretoria é aberta a profissionais de todo o Brasil. Já temos pessoas trabalhando, inclusive profissionais ligados à diretoria nacional, como assistentes e preceptores, mas o nosso interesse é trazer mais especialistas”, afirmou.
De acordo com Gilberto Figueiredo, a prioridade é ampliar o corpo técnico não apenas em grandes áreas, mas também em especialidades específicas que estão em expansão, como psiquiatria e neurologia. Ele destacou que as contratações seguem um cronograma definido e não ocorrem todas ao mesmo tempo.
“As contratações estão sendo feitas de forma gradual, conforme o planejamento. Já houve contratações em etapas para preparar os serviços, e esse processo continua de acordo com o programa da diretoria nacional”, explicou.
Gilberto ainda ressaltou que o financiamento do governo estadual permitirá a realização das contratações necessárias, mas reforçou a necessidade de cautela para que tudo seja feito dentro do planejamento estabelecido.
Ao ser questionado sobre a realização de transplantes, Figueiredo afirmou que o contrato prevê a implantação gradual desses procedimentos, com prioridade para casos específicos, como transplantes pediátricos e em crianças com cardiopatias.
“Nenhum hospital pode realizar transplantes sem atender às exigências do Ministério da Saúde. Existe um cronograma de preparação e critérios que precisam ser cumpridos”, disse.
Segundo o secretário, o contrato estabelece não apenas a possibilidade futura de transplantes, mas também quais procedimentos poderão ser ofertados nesses casos, sempre respeitando as normas do Ministério da Saúde.
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