Ana Paula Figueiredo
Concessão prevê duplicação, terceira faixa e intervenções críticas no trecho do Pará, com previsão de R$ 10 bilhões em investimentos
O presidente do Conselho Diretor da Nova Rota do Oeste, ex-senador Cidinho Santos (PP), afirmou na última quinta-feira (26) que a concessionária avalia participar do leilão caso o governo federal opte pelo novo modelo. Segundo ele, há um pleito antigo da população do Norte de Mato Grosso para garantir mais obras no trecho.
“A concessão do trecho de Sinop até Miritituba foi feita ainda na gestão do governador Tarcísio e é de 10 anos, sem obrigação de manutenção completa da rodovia”, explicou Cidinho. Ele destacou que moradores da região reivindicam a duplicação até Guarantã do Norte e melhorias até a divisa com o Pará, pontos que não estavam previstos no contrato original.
Com a repactuação, o novo modelo deve obrigar a duplicação no trecho mato-grossense, a execução de terceira faixa e a recuperação de pontos críticos no Pará. O investimento previsto para a concessão é de aproximadamente R$ 10 bilhões, e a decisão final depende da aprovação do TCU, que definirá se haverá aditivo com a concessionária atual ou novo leilão.
Cidinho ressaltou que a Nova Rota do Oeste vê a possibilidade como estratégica, tanto social quanto economicamente, e que outros projetos de infraestrutura poderão ser oferecidos à iniciativa privada em breve.
Veja o vídeo
[video width="392" height="848" mp4="https://paginapublica.com.br/content/images/2025/11/259d518b8b77b4df27889981a872ff0c-estadaomatogrosso-com-br.mp4"][/video]