Desde julho de 2025, o Fila Zero já executou R$ 1.697.786,77 dentro de um orçamento de R$ 30.550.413,98. Até agora, o programa contabiliza 2.339 procedimentos entre cirurgias, consultas especializadas, exames diagnósticos e intervenções ambulatoriais. Na área cirúrgica, foram realizadas tenólises, reconstruções ligamentares e meniscais, videoartroscopias, cirurgias de adenoide e amígdalas, bariátricas por videolaparoscopia, capsulotomias a YAG laser, facectomias com lente intraocular, vitrectomia posterior e tratamentos de pterígio. Além disso, o programa já totaliza 433 consultas especializadas e milhares de exames realizados.
Paralelo à execução cirúrgica, o consórcio avançou em outra frente essencial: os pregões eletrônicos. Desde março, mais de R$ 800 milhões foram licitados para aquisição de medicamentos, insumos, equipamentos hospitalares, ambulâncias, utensílios médicos e serviços laboratoriais, fortalecendo a rede municipal de saúde. Em um dos pregões, destinado à compra de medicamentos, o valor estimado superior a R$ 200 milhões foi reduzido para R$ 159 milhões, gerando uma economia de mais de R$ 51 milhões aos municípios.
“Comprar em grande escala proporciona economia extraordinária, e isso tem permitido que os municípios adquiram medicamentos e equipamentos com preços muito mais baixos. É uma estratégia que fortalece toda a rede municipal de saúde”, afirmou Neurilam.
O secretário-executivo ressaltou ainda a confiança do governador Mauro Mendes e do secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, no trabalho técnico do CISVARC. “O Estado coloca o recurso e o consórcio entrega o atendimento. Estamos reduzindo a fila, estamos realizando cirurgias que estavam paradas há anos, e isso só é possível porque existe parceria, organização e compromisso com quem precisa”, declarou.
Com a estabilização do fluxo cirúrgico no Hospital São Judas Tadeu e novas unidades prestes a integrar o programa, o CISVARC espera encerrar 2025 com mais de R$ 2,5 milhões executados apenas em cirurgias do Fila Zero. Para o consórcio, esta semana marca o início de uma nova fase para a população do Vale do Rio Cuiabá, que finalmente começa a ver uma fila de espera antiga e dolorosa se transformar em atendimento real, concreto e humanizado.
CISVARC acompanha início de mais de 20 cirurgias ortopédicas no Hospital São Judas Tadeu pelo Programa Fila Zero
·
3 min de leitura
Desde julho de 2025, o Fila Zero já executou R$ 1.697.786,77 dentro de um orçamento de R$ 30.550.413,98. Até agora, o programa contabiliza 2.339 procedimentos entre cirurgias, consultas especializadas, exames diagnósticos e intervenções ambulatoriais. Na área cirúrgica, foram realizadas tenólises, reconstruções ligamentares e meniscais, videoartroscopias, cirurgias de adenoide e amígdalas, bariátricas por videolaparoscopia, capsulotomias a YAG laser, facectomias com lente intraocular, vitrectomia posterior e tratamentos de pterígio. Além disso, o programa já totaliza 433 consultas especializadas e milhares de exames realizados.
Paralelo à execução cirúrgica, o consórcio avançou em outra frente essencial: os pregões eletrônicos. Desde março, mais de R$ 800 milhões foram licitados para aquisição de medicamentos, insumos, equipamentos hospitalares, ambulâncias, utensílios médicos e serviços laboratoriais, fortalecendo a rede municipal de saúde. Em um dos pregões, destinado à compra de medicamentos, o valor estimado superior a R$ 200 milhões foi reduzido para R$ 159 milhões, gerando uma economia de mais de R$ 51 milhões aos municípios.
“Comprar em grande escala proporciona economia extraordinária, e isso tem permitido que os municípios adquiram medicamentos e equipamentos com preços muito mais baixos. É uma estratégia que fortalece toda a rede municipal de saúde”, afirmou Neurilam.
O secretário-executivo ressaltou ainda a confiança do governador Mauro Mendes e do secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, no trabalho técnico do CISVARC. “O Estado coloca o recurso e o consórcio entrega o atendimento. Estamos reduzindo a fila, estamos realizando cirurgias que estavam paradas há anos, e isso só é possível porque existe parceria, organização e compromisso com quem precisa”, declarou.
Com a estabilização do fluxo cirúrgico no Hospital São Judas Tadeu e novas unidades prestes a integrar o programa, o CISVARC espera encerrar 2025 com mais de R$ 2,5 milhões executados apenas em cirurgias do Fila Zero. Para o consórcio, esta semana marca o início de uma nova fase para a população do Vale do Rio Cuiabá, que finalmente começa a ver uma fila de espera antiga e dolorosa se transformar em atendimento real, concreto e humanizado.